O Mar aqui é bonito
O brilho do Sol encandeia as ondas
Que chocam distorcidas com a costa
Uma Gaivota observa o horizonte imutável
Uma outra plana ao seu encontro
Juntam-se numa esquina intemporal
Que torneiam a razar o Mar
Os salpicos enchem-lhes o ser
E abandonam-se ao seu prazer
Voar, Sentir, Flutuar!
Como que a sonhar
Como que a viver
Uma paixão, um querer
Muito maior que amar
Com as penas cheias de sal
O Mar suplica-lhes de pronto
O seu desejo inexorável
Como se fosse uma aposta
Sentam-se nas rochas redondas
E perdem-se no Mar Infinito!
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